A vida prática é tão diferente da fantasia. É por isso que eu amo a fantasia e que eu (e nós) tenha a capacidade de a manter para o resto da minha vida. O sabor da vida quando se fecha os olhos, o deixar a mente vaguear sem pressões, sem certos e errados… viver nesse mundo de sentidos, e sentir, de permissão para sermos crianças, dentro. Deixar cair o corpo no chão, fechar os olhos e abrir a porta do coração e ao invés nos encontrarmos fora, viajarmos para dentro, para aquele mundo que é só nosso, para aquele sentir que só a nos pertence, que é intransponível, indispensável, e severamente singular.